31 de agosto de 2009
30 de agosto de 2009
Looking for
21 de agosto de 2009
Da série – Retrato dos tempos modernos, versículo XIIIIII
19 de agosto de 2009
Silêncio (???) em homenagem a todos aqueles
(Artigo 227 da Constituição Federal de 1988)
Imagem da Campanha Nacional Criança Não é de Rua
18 de agosto de 2009
Cutura, qué vê? Méx con qen tá qétu!
Nãu é o mesmu e muinto menus é o comtrario. É diferemte e qe bon qe cada un escóle sel camínho.
A intensão é cempre e só comtar istórias mais ou menos verdaderas. O valor? Onde caby?
Lê en vós auta e me comta o prejuíso!
Assim como "as crianças precisam ter muita paciência com as pessoas grandes", o povo precisa ter muita paciência com os auto-classificados massa-pensante. É preciso lembrar a estes que a normalidade é só uma questão numérica. E é por isso, justamente por isso, principalmente por isso, que o padrão deve ser revisto.
16 de agosto de 2009
Llena de agosto
12 de agosto de 2009
11 de agosto de 2009
...Se sentir... fosse mais do que uma condicional e estivesse além dos condicionantes
A necessidade de situar-se no mundo, de entender-se e poder fazer escolhas baseadas no prazer e na dor que envolvem a experiência de estar vivo é um direito. O exercício dos deveres e dos direitos é a chamada cidadania. Viabilizar a existência sadia – que é, entre outras coisas, promover a existência livre e aberta às sensações da vida – é mais do que uma necessidade social, embora esta seja a medida padrão, porque “adultos adoram números”. A preocupação em fazer do mundo mais perceptível, salientar obstáculos e tornar os prazeres estéticos e simples, porque cotidianos, em possibilidades é praticar o amor fraterno.
Pensar em acessibilidade é potencializar os sentidos e possibilidades. Tornar provável o alcance, palpável a arte, audível a informação, compreensível o mapa. Promover ao outro sua autonomia sensória é promover o outro. Participação e democracia incluem a inclusão. E o que seria você sem os sentidos, os sentimentos e as sensações que te colocam em movimento? Poeira no vento? Razão em desalento? Perdição? Ilusão é um mundo sem inclusão, assim como o é democracia sem acessibilidade. Uma questão social, mas também de sensibilidade.
http://www.setor3.com.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a4684.htm&subTab=00000&uf=&local=&testeira=99&l=&template=58.dwt&unit=§id=189
9 de agosto de 2009
.uov uE
_ Eu quero. Mas quero ficar olhando pra você.
_ Dorme...
_ Você é uma burra!
_ Dorme.
_ Você não se dá o respeito!
_ Dorme.
_ Você não faz nada direito!
_ Dorme...
_ ...Eu quero. Mas quero ficar olhando pra você.
1 de agosto de 2009
Entendido?
O mal-entendido, apesar de ainda ser alvo de lendas e, não raro, ser o caso de um caso indecifrável, já foi teorizado, classificado, categorizado, explicado e, claro, praticado, como não?. Ele pode decorrer de interações conversacionais ou de entendimentos constitutivos, ou seja, de posicionamento. Esses últimos são os mais difíceis.
Uma coisa é eu pedir pra você comprar agrião e você trazer salsão. Outra coisa é eu pedir pra você comprar agrião, porque considero interessante para um chá com mel, já que estou gripada, e você avaliar que mais saudável seria um filé com molho de salsão e gengibre.
As intersubjetividades e intercompreensões constituem um fluxo de equilíbrio tênue e as taxonomias não ajudam quando o sangue ferve. Deus já sabia disso faz tempo e foi pensando em evitar mortes prematuras que ordenou, do alto de sua perfeita objetividade, “Amai ao próximo como a ti mesmo”.
...Ao que o homem desobedeceu.
26 de julho de 2009
Do "Meu" (que não sou eu, mas que é parte de mim)
Se você fosse chinesa eu aprenderia mandarim e a fazer papel para lhe escrever
Se você fosse japonesa eu seria pontualmente nipônico e dobraria a vida como um origami
Se você fosse americana eu até me sentiria superior aos demais
Se você fosse tailandesa eu quebraria cocos como um excelente lutador de muai thai
Se você fosse russa eu me esquentaria com whisky e adoraria a Sibéria
Se você fosse cubana eu usaria uma bandana e andaria de escarlate
Se você fosse francesa eu moraria sob o arco do triunfo e usaria os melhores perfumes
Se você fosse colombiana eu organizaria uma outra FARC
Se você fosse egípcia eu seria um arqueólogo especializado em obra faraônica
Se você fosse indiana eu não comeria carne
Se você fosse australiana os cangurus seriam meus companheiros de peregrinação
Se você fosse grega eu viveria na Acrópole e filosofaria durante horas
Se você fosse mexicana eu adoraria chili
Se você fosse brasileira eu seria seu para sempre...
25 de julho de 2009
24 de julho de 2009
20 de julho de 2009
Tentador
Como nada na vida parece ser só bom ou só ruim, aprendi a respeitar até aquilo que parece, e parece muito, e parece mesmo só ruim. Como, por exemplo, ter seu nome como jornalista incluso em algum mailling bizarro.
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Eu queria aproveitar a oportunidade para dizer que ainda não tenho uma caneta espiã. Gostaria também de lembrar aos meus amigos que prefiro me brozear ao sol, que meu aniversário não está chegando e que, portanto, espero sinceramente que nenhum deles se lembre dessa caneta até lá.
16 de julho de 2009
Thaw
“Nonsense becomes a form of higher sense.” – disse Malcolm Bradbury e não era sobre mim. Quem sabe um dia alguém não possa fazê-lo?
Uma outra Alice numa outra aventura, num outro mundo através de um outro espelho. Quebrado. Mais simples. Mais coerente. Mais tedioso.
Ainda medíocre, até.
Menos do que antes.
Mais do que depois.
13 de julho de 2009
É politicamente importante...
Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Da passionalidade (se-mi-estrangula-da)":
Fui chamado de anônimo vendido. O mistério tem seus dissabores.
Você é esforçada quando escreve. Disse esforçada. Isso é notável, percebível claramente.
O entrave é que você se perde nas palavras, nas citações dos livros que diz que leu (leu talvez até a epígrafe ou nem isso)e nas expressões pessimamente construídas('subjetividades ignóbeis', 'tudo virava um fractal', etc, etc). Uma pena.
Rubem Braga, Sérgio Porto ou Pedro Nava ficariam horrorizados com essa linguagem pretensamente cult. Simplicidade, honey, simplicidade.
Sugestão: procure ler os autores citados, Antônio Prata e afins.
Quem sabe, dessa forma, eu não passe mais em seu blog apenas porque você é bonitinha e leia ralmente algum texto de valor.


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