8 de junho de 2012

Hora deserta


A métrica qual importa

Doçura vaziez à porta
Esperando só dar vazão.

Quisera pintar todo dia
Paisagens claras na tua janela
Delícias, primaveras
Tudo o que te interessa
Estivesse à mão
E tudo à mão te interessasse
Assim não precisasse
Olhar pra fora
Procurar o vão.

4 comentários:

Magno Nunes disse...

Batatinha quando nasce...

Ah, não? Me enganei =D

Igor Carvalho disse...

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Anônimo disse...

Pouco me parece que conheces de janelas, se pensas que o que buscam são paisagens e quimeras.
Tente ofertar-lhes, não o que tens ou que produzes, mas algo bem mais simples e que vem de um mundo raro.
Dê-lhes o prazer de cumprir sua função, de expor e de guardar outros bens mais preciosos.
Deixe que protejam, pela noite belos sonhos e de dia simplesmente emoldurem os teus olhos.

Madson Hudson disse...

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