27 de agosto de 2008

O que vem do real não tem a obrigação de ser...

... real também. Porque de real já basta o real. O resto é construção, é possibilidade, é afirmação ou negação, é variação, é acordo ou desacordo, é corda. Corda pra imaginação. Auto-referenciada e mais. Mais... mais...

4 comentários:

Magno disse...

...e mais corda...

Aprendi que corda é bom...principalmente quando se dá...

E sim, concordo que o ve do real não precisa ser real.
Ou será que o real é aquilo que agente acha que é?

Ahhh...enfim...

Beijos Cá...
Má (Quem quer dinheiro? Um milhão de reais...)

Eduardo disse...

hj achei seu telefone em um papel.
tava escrito CARINGE.
ainda é seu telefone?

O Fabrício ohohohoh disse...

VC NUNCA COMENTA NO MEU
=/

Simmm o que existe é sempre o real

bjooo

Anônimo disse...

Daqui vejo na torre livros empilhados sobre revistas.
Todos manifestações de pensamentos.
De mundo que se absorveu pelas vistas.
Contudo, não se pode empilhar conhecimentos...
Esses simplesmente se deixa voar pra'lém do viveiro.
Porque nasceram para ser livres e viver fora do cativeiro...

P.p.